31.1.12

Já não é o roer das unhas que me incomoda, é mais a maneira como me amordaças a alma. Essa maneira fingida que se deixa revelar pela sombra sublime das tuas palavras. Esse eco que me comove as entranhas e me estanca o sangue até não poder falar mais. E é esse o jeito supérfluo de quem enterra o seu próprio mundo nas minhas mãos. Permanece.

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