Já não faz sentido sofrer com a minha verdade. As horas do meu relógio batem como as dos outros e a ansiedade deixa-se manifestar. Sinto-me deslumbrada com tamanha sensação que não ouso contar a ninguém. É minha, só minha, im-partilhável. O meu ego, esse que quase não existe, não é igual ao dos outros.
Faço rezas com a mente.
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