"Não vou às praxes porque acho isso ridículo. Não me submeto a humilhações."
Pois bem, vamos por pontos.
Antes de mais, eu fui praxada, praxo e aconselho vivamente a este costume.
Depois, quando um caloiro entra na universidade há uma coisa chamada "código de praxe", no qual existem regras tanto para as bestas como para os doutores/veteranos. As mais importantes a salientar é que o caloiro não é obrigado a fazer cenas de cariz sexual ou outro que considere igualmente inconveniente e os doutores/veteranos não podem usar palavrões e, muito menos, tocar nos caloiros. Estou apenas a evidenciar estas poucas porque quero dar a entender que a praxe não é um acto de humilhação (a não ser que o caloiro queira, pois não leu esse código) e nunca é ridícula. A praxe é um meio de integração e fortalecimento do espírito de grupo e todos são capazes de ultrapassar as actividades propostas pelos doutores/veteranos. Não considero que pôr um caloiro de 4 ou a encher seja o mais apropriado, mas que custa isso? Nas praxes temos vindo a sugerir cenas de brincadeira, os caloiros têm adorado e já não se importam com o facto de terem de olhar para o chão.
Quem não frequenta a praxe nunca entenderá. No entanto, eu respeito aqueles que não querem, tal como eu quero que respeitem a minha opinião.
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