Vou atirar tudo p'ró chão. Vou rasgar as folhas e riscar as paredes. Hoje não vou pensar como será o dia de amanhã. Tudo está bem... demasiado bem e já não gosto nada disto. Cansei de mergulhar de cabeça, fartei-me de implorar por respostas ao tempo. Também me cansei de vasculhar por melhores caminhos, melhores pensamentos, melhores promessas. O meu mal foi nunca ter medo de nada, ser dura, deixar a rebeldia correr-me no sangue. Tenho medo de ter medo e sempre evitei isso, o medo invulgar. Não encontro melhores palavras para me explicar.
*suspiro*
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