Sinto o peito prestes a rebentar e libertar todo o ódio de uma vez só. Sou esmagada por cada palavra que deixo escapar da ponta da caneta. Tenho os rascunhos espalhados pelo chão, os olhos postos no tecto. Há coisas que prefiro guardar só para mim. Pedaços grandes da minha vida que me permitem acordar todas as manhãs sempre com a mesma postura. Sou razão constante da vontade de ganhar, da luta esganiçada por um lugar ao sol.
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