Há uns meses atrás li um livro de Edgar Allan Poe. A verdade é que todas as suas histórias bizarras retratam o medo, mas não o seu, o pesadelo mais comum dos mortais e a fatalidade da fúria:
Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto;
É de se apostar que toda a ideia pública, toda a convenção aceite seja uma tolice, pois tornou-se conveniente à maioria;
A vida real do ser humano consiste em ser feliz, principalmente por estar sempre na esperança de sê-lo muito em breve;
Quando um louco parece completamente lúcido é o momento de lhe colocar a camisa de força;
Nenhum homem que tenha vivido conhece mais sobre a vida depois da morte que eu ou tu;
Toda a religião simplesmente desenvolveu-se com base no medo, ganância, imaginação e poesia;
Convencido eu mesmo, não procuro convencer os demais.
Ora viva!! Muito bom este post! Beijinhos
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