25.4.12

25 de abril | Liberdade Adquirida

Somos seres pensantes e livres.
Livres.

24.4.12

sei lá eu quantos eus já terei morto, em quantos lugares parei, em quantas circunstâncias acreditei. sei lá eu ver a razão, a luz, o saber e a verdade. sei lá eu julgar quem por mim passa ou deixa de passar.

lesson from today

vai valer a pena chegar tarde a casa, ter todo este trabalho e sentir as lentes secas ao fim do dia. sim, vai valer a pena, muito em breve.

16.4.12


Driving my car, didn't get far
 Stopped to cry
 Man on the street asked me so sweet are you alright?
No. I’m okay. Seemed to've misplaced my life

And it's a shame, shame please don't ask me why
 And it's a shame, shame, shame that makes me cry

Queria ter um céu só meu e poder pintá-lo com quantas cores quisesse.

13.4.12

Universidade do Minho lança curso de Teatro em Setembro de 2012

Seguidores, estou a aproveitar para divulgar esta notícia que, creio eu, seja do interesse de muitos. O curso será dirigido pela Profª Francesca Rayner (actual professora de Literatura Inglesa 5).
 
"A Universidade do Minho (UMinho) vai abrir, já no próximo ano lectivo, a licenciatura de Teatro. A garantia foi dada pelo reitor António Cunha. Por enquanto, o curso vai funcionar em Guimarães em instalações provisórias e arrancará com 20 vagas.
Já está aprovado. Será um curso ancorado numa componente científica forte no âmbito da dramaturgia e todas as partes culturais e artísticas que dão enquadramento ao teatro. Certamente que terá uma componente prática de representação e performance com grande ligação a artistas nacionais de referência, frisou.
(...)"
Jornal de Notícias, 16 de Janeiro de 2012

9.4.12

o homem desfaz-se na miséria do raciocínio que o come

Já não sou quem era há segundos atrás, mas permaneço irremediavelmente a mesma. Imóvel. Objecto humano. O tique e o taque dos ponteiros do relógio incomodam-me. Incomodam-me! Fazem-me lembrar e isso é tudo o que eu menos quero, por enquanto. Escrevo por escrever, penso porque preciso de saber que ainda estou por cá, que faço falta às minhas conquistas.

O tempo está a apertar-me contra a parede.

6.4.12


E eu estou tão bem assim. Como que se as palavras viessem ao encontro do nada, um nada que é tão perfeito e singular. Encostam-se à berma da alcatifa e seduzem-me as suas combinações. Pequenas, verdadeiras artistas. Manhosas, minúsculos gigantes, de soberba façanha. Recosto-me como sempre faço e engulo o travo deste ar.
E sou tão bem assim.